Solte quase qualquer arquivo de áudio e receba um MP3 de 320 kbps — a maior taxa de bits que o formato MP3 define. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
320 kbps é o teto. A especificação do MP3 não define taxa constante acima disso, então nenhum codificador, pago ou gratuito, vai lhe dar um número maior sem sair do formato. Na prática o codificador ganha 40 kilobytes para cada segundo de áudio, o que já basta para que, na maior parte do material, ele pare de fazer escolhas audíveis sobre o que descartar.
Use quando a origem for sem perdas e você quiser que a cópia em MP3 seja a última conversão da cadeia: extraindo de WAV, FLAC ou AIFF para uma biblioteca que você pretende guardar. Use quando alguém do outro lado pedir isso pelo nome — Bandcamp, a maioria dos pools de DJ, a especificação de entrega de uma rádio e boa parte dos briefings de música de catálogo dizem 320 kbps com todas as letras. E use quando o arquivo ainda for recodificado depois por outra pessoa, porque toda geração seguinte parte de uma origem melhor.
320 kbps são 40 KB por segundo: 2,4 MB por minuto, 144 MB por hora. Uma música de quatro minutos fica em torno de 9,6 MB, cerca de duas vezes e meia a mesma faixa a 128 kbps. Um álbum de doze faixas chega perto de 115 MB. É essa a troca — você gasta espaço em disco para parar de tomar decisões sobre qualidade.
A única coisa que não funciona é converter um arquivo de 128 kbps para 320 kbps. Vai rodar, você vai receber um arquivo duas vezes e meia maior, e ele vai conter exatamente o áudio de onde você partiu. Tudo o que o primeiro codificador descartou foi descartado em definitivo; a segunda passagem não inventa nada e ainda soma silenciosamente as próprias perdas ao que já falta. 320 kbps só significa alguma coisa quando o que entra é sem perdas ou já está acima da taxa que você está pedindo.
Em taxa constante, sim — o formato não define taxa maior. Uma codificação de taxa variável bem ajustada alcança a mesma qualidade percebida em um arquivo um pouco menor, mas nada no MP3 passa de 320 kbps num segundo contínuo de áudio.
Não. A conversão termina e o arquivo fica maior, mas o áudio é o mesmo que você já tinha, menos um pouco por causa da segunda codificação. Nada recupera o que um codificador com perdas jogou fora. Se você ainda tem o WAV, o FLAC ou a extração original do CD, converta esse.
Não. FLAC, WAV e AIFF guardam cada amostra que a gravação tinha; o MP3, em qualquer taxa, guarda uma aproximação psicoacústica dela. 320 kbps chega perto o bastante para que a maioria dos ouvintes não distinga em teste cego, o que é uma afirmação diferente de idêntico.
Porque a sua origem estava abaixo de 320 kbps e esta página está codificando para cima. Isso é esperado, e também é o sinal de que você não está ganhando nada — veja a observação acima. Converter de WAV, FLAC ou AIFF é o caso em que o arquivo diminui e a promessa de qualidade se sustenta.
Qualquer um destes: MP3, WAV, FLAC, OGG, AAC, M4A, WMA, Opus e AIFF, até 200 MB por arquivo. A saída é sempre um MP3 a 320 kbps constantes, seja lá o que tenha entrado.