Envie um arquivo AIFF e receba um MP3 de volta. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
AIFF é o formato PCM sem compressão da Apple — o equivalente do WAV do outro lado: mesmo áudio, ordem de bytes diferente e um contêiner que lida bem melhor com tags.
Onde você encontra: Sessões do Logic e do Pro Tools, gravações em Mac, software antigo da Apple que gravava assim por padrão.
O que custa: Do tamanho de um WAV e, fora do mundo Mac, bem menos aceito.
O MP3 é o formato que fez a música portátil funcionar, e trinta anos depois ainda é o único que todo aparelho, som de carro, DAW e navegador abre sem reclamar.
Onde você encontra: Downloads, feeds de podcast, bibliotecas antigas de música, qualquer coisa que um cliente manda esperando que você simplesmente toque.
O que custa: Ele descarta parte do áudio para ficar pequeno, e a 320 kbps quase ninguém percebe o que sumiu. O que importa é que a parte descartada não volta.
Esta é a conversão que realmente compra alguma coisa: o AIFF guarda o sinal inteiro, e o MP3 troca uma fatia dele por um arquivo com uma fração do tamanho. É aqui que a taxa de bits importa — 320 kbps para música que te importa, 192 para escuta comum, 128 para fala. É uma viagem só de ida, então guarde o original em AIFF se for a única cópia que você tem.
É, totalmente, e não há limite de quantos arquivos você converte. Sem conta, sem marca d'água, sem teste.
Sim — é justamente o objetivo. O MP3 descarta parte do sinal para ficar pequeno. No melhor ajuste a diferença é inaudível para quase todo mundo em quase qualquer equipamento; a 128 kbps dá para ouvir em música e está ótimo para fala.
Bem menor — em geral um décimo do AIFF a 320 kbps, e menos ainda em ajustes mais baixos. Essa redução é exatamente o que você recebe em troca de uma fatia do sinal.
Aqui não. O AIFF pode ser lido, mas não gravado por este conversor — o ffmpeg decodifica sem problema, e voltar a codificar nele daria um formato que quase nada toca. Se você precisa do AIFF original, guarde-o em vez de recriá-lo.
O arquivo é enviado para fazer a conversão — nada aqui roda no seu navegador — e tanto o que você enviou quanto o resultado são apagados no instante em que o arquivo volta. Nada é armazenado e nada é registrado além da própria requisição.