Envie um arquivo MP3 e receba um OGG de volta. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
O MP3 é o formato que fez a música portátil funcionar, e trinta anos depois ainda é o único que todo aparelho, som de carro, DAW e navegador abre sem reclamar.
Onde você encontra: Downloads, feeds de podcast, bibliotecas antigas de música, qualquer coisa que um cliente manda esperando que você simplesmente toque.
O que custa: Ele descarta parte do áudio para ficar pequeno, e a 320 kbps quase ninguém percebe o que sumiu. O que importa é que a parte descartada não volta.
OGG aqui quer dizer áudio Vorbis num contêiner Ogg — um codec com perdas, livre de patentes, que normalmente supera o MP3 na mesma taxa de bits.
Onde você encontra: Áudio de jogos, arquivos da Wikipédia e do Wikimedia, as entranhas do streaming do Spotify, desktops Linux.
O que custa: Mérito técnico nunca comprou suporte no consumidor: muito som de carro e celular antigo simplesmente não reconhece.
Isto é um transcode entre dois formatos com perdas, ou seja, uma segunda geração: o MP3 já descartou detalhe para ficar pequeno, e agora o OGG codifica o que sobrou e descarta mais um pouco. Numa origem de 320 kbps é improvável que você ouça. Em algo já magro — um áudio de voz, um download de 96 kbps — pode ouvir. Converta sempre da melhor cópia que você tem, nunca de uma cópia da cópia.
É, totalmente, e não há limite de quantos arquivos você converte. Sem conta, sem marca d'água, sem teste.
Um pouco, em princípio. O MP3 já é um formato com perdas e o OGG é outro, então o áudio é codificado uma segunda vez e um pouco mais é descartado. De uma boa origem é muito difícil ouvir; de um arquivo já magro dá para perceber. Converta sempre da melhor cópia que você tiver.
Mais ou menos parecido, dependendo da qualidade escolhida. Na mesma taxa de bits os dois arquivos ficam a poucos por cento um do outro; baixe a taxa e o OGG encolhe proporcionalmente.
Sim — o OGG é um dos formatos que este conversor grava, então a página inversa existe em /ogg-to-mp3/. Lembre que ir e voltar entre dois formatos com perdas degrada um pouco o áudio a cada vez.
O arquivo é enviado para fazer a conversão — nada aqui roda no seu navegador — e tanto o que você enviou quanto o resultado são apagados no instante em que o arquivo volta. Nada é armazenado e nada é registrado além da própria requisição.