Envie um arquivo Opus e receba um FLAC de volta. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
O Opus é o melhor codec com perdas em uso corrente: a 64 kbps ele supera formatos rodando ao dobro disso, e por isso as aplicações em tempo real o adotaram como padrão.
Onde você encontra: Áudios do WhatsApp e do Telegram, Discord, Signal, Zoom e quase toda chamada feita pelo navegador.
O que custa: Tudo reproduz dentro do aplicativo e quase nada reproduz como arquivo — um áudio do WhatsApp salvo no computador é o caso clássico, e o motivo mais comum de converter.
O FLAC comprime sem perdas: costuma reduzir um WAV pela metade e devolve exatamente os mesmos bits ao decodificar. É livre, aberto e bem suportado fora do mundo da Apple.
Onde você encontra: Rips arquivados, downloads do Bandcamp e do Qobuz, quem mantém uma biblioteca musical que pretende ainda ter daqui a dez anos.
O que custa: Metade de enorme continua grande, e alguns aparelhos — principalmente som de carro — simplesmente não abrem.
Vale ser claro: converter Opus em FLAC não restaura nada. O que o Opus jogou fora se foi, e embrulhar o resultado num formato sem perdas apenas preserva com perfeição a versão danificada. O arquivo vai ficar várias vezes maior sem nenhum ganho de som. Faça isso quando uma ferramenta ou um fluxo de trabalho exigir entrada em FLAC — muitos editores e DAWs exigem — e não na esperança de um áudio melhor.
É, totalmente, e não há limite de quantos arquivos você converte. Sem conta, sem marca d'água, sem teste.
Não perde mais nada, mas também não recupera nada. O FLAC vai guardar o áudio do seu Opus com perfeição, defeitos e tudo. Converter nesse sentido em busca de qualidade é o mal-entendido mais comum sobre formatos de áudio.
Bem maior — normalmente de cinco a dez vezes o Opus. Um formato sem perdas guarda todas as amostras e não tem como saber que algumas vieram de um arquivo com perdas.
Aqui não. O Opus pode ser lido, mas não gravado por este conversor — o ffmpeg decodifica sem problema, e voltar a codificar nele daria um formato que quase nada toca. Se você precisa do Opus original, guarde-o em vez de recriá-lo.
O arquivo é enviado para fazer a conversão — nada aqui roda no seu navegador — e tanto o que você enviou quanto o resultado são apagados no instante em que o arquivo volta. Nada é armazenado e nada é registrado além da própria requisição.