Envie um arquivo WMA e receba um MP3 de volta. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
WMA é o formato com perdas da Microsoft na era do Windows Media, e é a razão de tantas coleções de CD ripadas entre 2000 e 2010 serem hoje um transtorno para ouvir.
Onde você encontra: Rips antigos do Windows Media Player, arquivos corporativos, CDs salvos num PC dois notebooks atrás.
O que custa: O suporte fora do Windows vai de ruim a inexistente: celulares, Macs e sons de carro em geral não abrem — por isso ele é quase sempre origem e nunca destino.
O MP3 é o formato que fez a música portátil funcionar, e trinta anos depois ainda é o único que todo aparelho, som de carro, DAW e navegador abre sem reclamar.
Onde você encontra: Downloads, feeds de podcast, bibliotecas antigas de música, qualquer coisa que um cliente manda esperando que você simplesmente toque.
O que custa: Ele descarta parte do áudio para ficar pequeno, e a 320 kbps quase ninguém percebe o que sumiu. O que importa é que a parte descartada não volta.
Isto é um transcode entre dois formatos com perdas, ou seja, uma segunda geração: o WMA já descartou detalhe para ficar pequeno, e agora o MP3 codifica o que sobrou e descarta mais um pouco. Numa origem de 320 kbps é improvável que você ouça. Em algo já magro — um áudio de voz, um download de 96 kbps — pode ouvir. Converta sempre da melhor cópia que você tem, nunca de uma cópia da cópia.
É, totalmente, e não há limite de quantos arquivos você converte. Sem conta, sem marca d'água, sem teste.
Um pouco, em princípio. O WMA já é um formato com perdas e o MP3 é outro, então o áudio é codificado uma segunda vez e um pouco mais é descartado. De uma boa origem é muito difícil ouvir; de um arquivo já magro dá para perceber. Converta sempre da melhor cópia que você tiver.
Mais ou menos parecido, dependendo da qualidade escolhida. Na mesma taxa de bits os dois arquivos ficam a poucos por cento um do outro; baixe a taxa e o MP3 encolhe proporcionalmente.
Aqui não. O WMA pode ser lido, mas não gravado por este conversor — o ffmpeg decodifica sem problema, e voltar a codificar nele daria um formato que quase nada toca. Se você precisa do WMA original, guarde-o em vez de recriá-lo.
O arquivo é enviado para fazer a conversão — nada aqui roda no seu navegador — e tanto o que você enviou quanto o resultado são apagados no instante em que o arquivo volta. Nada é armazenado e nada é registrado além da própria requisição.