Envie um arquivo WMA e receba um WAV de volta. Sem cadastro, sem marca d'água, sem limite de quantidade.
WMA é o formato com perdas da Microsoft na era do Windows Media, e é a razão de tantas coleções de CD ripadas entre 2000 e 2010 serem hoje um transtorno para ouvir.
Onde você encontra: Rips antigos do Windows Media Player, arquivos corporativos, CDs salvos num PC dois notebooks atrás.
O que custa: O suporte fora do Windows vai de ruim a inexistente: celulares, Macs e sons de carro em geral não abrem — por isso ele é quase sempre origem e nunca destino.
WAV é PCM puro, sem compressão, dentro de um contêiner da Microsoft: o áudio exatamente como foi amostrado, sem nenhum truque no meio.
Onde você encontra: Sessões de gravação, bibliotecas de samples, editores de vídeo, tudo que precisa ser editado e não só ouvido.
O que custa: É enorme — cerca de 10 MB por minuto em estéreo com qualidade de CD — e quase não guarda tags, então uma pasta de WAVs é uma pasta de nomes de arquivo.
Vale ser claro: converter WMA em WAV não restaura nada. O que o WMA jogou fora se foi, e embrulhar o resultado num formato sem perdas apenas preserva com perfeição a versão danificada. O arquivo vai ficar várias vezes maior sem nenhum ganho de som. Faça isso quando uma ferramenta ou um fluxo de trabalho exigir entrada em WAV — muitos editores e DAWs exigem — e não na esperança de um áudio melhor.
É, totalmente, e não há limite de quantos arquivos você converte. Sem conta, sem marca d'água, sem teste.
Não perde mais nada, mas também não recupera nada. O WAV vai guardar o áudio do seu WMA com perfeição, defeitos e tudo. Converter nesse sentido em busca de qualidade é o mal-entendido mais comum sobre formatos de áudio.
Bem maior — normalmente de cinco a dez vezes o WMA. Um formato sem perdas guarda todas as amostras e não tem como saber que algumas vieram de um arquivo com perdas.
Aqui não. O WMA pode ser lido, mas não gravado por este conversor — o ffmpeg decodifica sem problema, e voltar a codificar nele daria um formato que quase nada toca. Se você precisa do WMA original, guarde-o em vez de recriá-lo.
O arquivo é enviado para fazer a conversão — nada aqui roda no seu navegador — e tanto o que você enviou quanto o resultado são apagados no instante em que o arquivo volta. Nada é armazenado e nada é registrado além da própria requisição.